Para que serve RYBREVANT?
Rybrevant® SC é indicado : • em combinação com lazertinibe para o tratamento de primeira linha de pacientes adultos com um tipo de câncer denominado câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC). É usado quando o câncer está avançado (já se espalhou pelo corpo) e possui certas alterações (mutações de deleção no éxon 19 ou de substituição L858R no éxon 21) em um gene chamado EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico). • em combinação com carboplatina e pemetrexede, para o tratamento de primeira linha de pacientes adultos com um tipo de câncer denominado câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC).
Ler a indicação completa ↓Identificação
- Registro ANVISA
- 112363436
- Categoria
- Biológico
- Detentor do registro
- JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA
- Publicação da bula
- 2026-08-19
Fonte primária
Documentos oficiais
Leitura orientada
Conteúdo da bula
Abra apenas o assunto que precisa ou pesquise uma palavra nesta página.
01IndicaçãoPara que este medicamento é indicado?
Rybrevant® SC é indicado : • em combinação com lazertinibe para o tratamento de primeira linha de pacientes adultos com um tipo de câncer denominado câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC). É usado quando o câncer está avançado (já se espalhou pelo corpo) e possui certas alterações (mutações de deleção no éxon 19 ou de substituição L858R no éxon 21) em um gene chamado EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico). • em combinação com carboplatina e pemetrexede, para o tratamento de primeira linha de pacientes adultos com um tipo de câncer denominado câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC). É usado quando o câncer está avançado (já se espalhou pelo corpo) e possui certas alterações (mutações de inserção no éxon 20) em um gene chamado EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico). • em combinação com carboplatina e pemetrexede, para o tratamento de pacientes adultos com um tipo de câncer denominado câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC). É usado quando o câncer está avançado (já se espalhou pelo corpo) ou possui certas alterações (mutações de deleção no éxon 19 ou de substituição L858R no éxon 21) em um gene chamado EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico), quando a doença progrediu durante ou após o tratamento com um inibidor da tirosina quinase (EGFR TKI). • como monoterapia para o tratamento de pacientes adultos já tratados com câncer de pulmão de não pequenas células. É usado quando o câncer já está avançado e possui certas alterações (mutações de inserção no éxon 20) no gene EGFR.
Próximo: Como age02Como ageComo este medicamento funciona?
O amivantamabe é um anticorpo, que é um tipo de proteína, que foi desenhado para reconhecer e atacar alvos específicos do corpo. O alvo do amivantamabe são duas proteínas encontradas nas células do câncer: - receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR), e - fator de transição epitelial-mesenquimal (MET). Rybrevant® SC funciona atacando essas proteínas. Isso pode ajudar a retardar ou impedir o crescimento do seu câncer de pulmão. Também pode ajudar a reduzir o tamanho do tumor. Rybrevant® SC pode ser administrado em combinação com outros medicamentos anticâncer. É importante que você também leia as bulas desses outros medicamentos. Se tiver alguma dúvida sobre esses medicamentos, pergunte a um profissional de saúde.
Próximo: Quando não usar03Quando não usarQuando não devo usar este medicamento?
Rybrevant® SC é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida a amivantamabe ou a qualquer um dos componentes da formulação.
Próximo: Antes de usar04Antes de usarO que devo saber antes de usar este medicamento?
Advertências e precauções Informe ao seu médico ou enfermeiro antes de receber o Rybrevant® SC se: • Você já teve inflamação nos pulmões (uma condição chamada “doença pulmonar intersticial” ou “pneumonite”). Informe imediatamente ao seu médico ou enfermeiro enquanto estiver tomando o Rybrevant® SC se você tiver algum dos seguintes efeitos colaterais: • Qualquer efeito colateral durante a administração do Rybrevant® SC. • Dificuldade súbita para respirar, tosse ou febre que possa sugerir inflamação dos pulmões. • Dor aguda no peito, falta de ar, respiração rápida, dor nas pernas ou inchaço dos braços ou pernas quando o Rybrevant® SC é administrado em combinação com lazertinibe, o que pode sugerir um coágulo sanguíneo nas veias e pode levar à morte. Seu médico pode prescrever medicação adicional para ajudar a prevenir coágulos sanguíneos durante o tratamento. • Problemas de pele. Para reduzir o risco de problemas de pele, evite a exposição ao sol, use roupas protetoras, aplique protetor solar e use regularmente hidratantes na pele e nas unhas enquanto estiver tomando o Rybrevant® SC. Você também precisa continuar fazendo isso por 2 meses após interromper o tratamento. • Problemas oculares. Se você tiver problemas de visão ou dor nos olhos, entre em contato imediatamente com seu médico ou enfermeiro. Se você usar lentes de contato e tiver algum novo sintoma nos olhos, pare de usar as lentes de contato e informe seu médico imediatamente. Hipersensibilidade e Reações Relacionadas à Administração Rybrevant® SC pode causar hipersensibilidade e reações relacionadas à administração (RRA); sinais e sintomas de RRA incluem sensação de falta de ar, rubor, febre, calafrios e desconforto no peito, pressão baixa o e vômitos.. O tempo mediano para o início da RRA é de aproximadamente 2 horas. Rybrevant® SC com lazertinibe No estudo clínico PALOMA-3 (vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”), nos 206 pacientes que receberam Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe, a RRA de todos os graus ocorreu em 13% e 0,5% eram de Grau 3. Dos pacientes que experimentaram RRA, 89% ocorreram na dose inicial (Semana 1, Dia 1). Pré-medicar com anti-histamínicos, antipiréticos e glicocorticoides e administrar Rybrevant® SC conforme recomendado (vide “6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO”). Monitore os pacientes quanto a qualquer sinal ou sintoma de reações relacionadas à administração durante a injeção em um ambiente onde medicamentos e equipamentos de ressuscitação cardiopulmonar estejam disponíveis. Interrompa a injeção de Rybrevant® SC, se houver suspeita de RRA. Retome o tratamento após a resolução dos sintomas ou descontinue permanentemente o Rybrevant® SC com base na gravidade (vide “6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO”). Doença Pulmonar Intersticial/Pneumonite Rybrevant® SC pode causar doença pulmonar intersticial (DPI)/pneumonite grave ou fatal. Rybrevant® SC com lazertinibe O estudo clínico PALOMA-3 foi um ensaio clínico controlado randomizado que comparou o Rybrevant® SC subcutâneo com o amivantamabe intravenoso (dosagem a cada 2 semanas).Em PALOMA-3 (vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”), em 206 pacientes que receberam Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe, DPP/pneumonite ocorreu em 6%, incluindo Grau 3 em 1%, Grau 4 em 1,5% e casos fatais em 1,9%. No total, 5% dos pacientes descontinuaram permanentemente Rybrevant® SC e lazertinibe devido a DPP/pneumonite. Amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe No estudo MARIPOSA (vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”), em 421 pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe, ILD/pneumonite ocorreu em 3,1%, incluindo Grau 3 em 1% e Grau 4 em 0,2% dos pacientes. Houve um caso fatal de ILD/pneumonite, e 2,9% dos pacientes descontinuaram permanentemente o amivantamabe intravenoso e o lazertinibe devido à ILD/pneumonite. Amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede Com base na população de segurança agrupada (vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”), em 281 pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede, ILD/pneumonite ocorreu em 2,1%, incluindo 1,8% de ILD/pneumonite Grau 3. Destes, 2,1% dos pacientes descontinuaram permanentemente o amivantamabe intravenoso devido à ILD/pneumonite. Amivantamabe intravenoso em monoterapia No estudo clínico CHRYSALIS (vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”), em 302 pacientes que receberam amivantamabe intravenoso como agente único, ILD/pneumonite ocorreu em 3,3%, incluindo 0,7% Grau 3. Três pacientes (1%) descontinuaram permanentemente o amivantamabe intravenoso devido à ILD/pneumonite. Os pacientes devem ser monitorados quanto a novos ou agravamento dos sintomas indicativos de DPI/pneumonite (por exemplo, dispneia, tosse, febre). Interrompa imediatamente o Rybrevant® SC em pacientes com suspeita de DPI/pneumonite e descontinue permanentemente se a DPI/pneumonite for confirmada (vide “6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO”). Eventos Tromboembólicos Venosos (TEV) com uso concomitante de lazertinibe Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe pode causar eventos graves ou fatais de tromboembolismo venoso (TEV), incluindo trombose venosa profunda e embolia pulmonar. Sem a anticoagulação profilática, a maioria desses eventos ocorreu durante os primeiros quatro meses de terapia (veja “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”). Rybrevant® SC com lazertinibe No estudo clínico PALOMA-3 (vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”), nos 206 pacientes que receberam Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe, eventos tromboembólicos venosos (TEV) de todos os graus ocorreram em 11%, sendo 1,5% de Grau 3. Dos 206 pacientes tratados com Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe, 80% receberam anticoagulação profilática no início do estudo. Nos 164 pacientes tratados com Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe que receberam anticoagulação profilática, TEV de todos os graus ocorreram em 7%. Nos 42 pacientes tratados com Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe que não receberam anticoagulação profilática, TEV de todos os graus ocorreram em 17%. No total, 0,5% dos pacientes apresentaram TEV levando à redução de dose de Rybrevant® SC, e nenhum paciente precisou descontinuar permanentemente o tratamento. O tempo mediano até o aparecimento de TEV foi de 95 dias (intervalo: 17 a 390). Amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe No estudo clínico MARIPOSA (vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”), em 421 pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe, eventos tromboembólicos venosos (TEV) ocorreram em 36%, incluindo Grau 3 em 10% e Grau 4 em 0,5% dos pacientes. TEVs durante o estudo ocorreram em 1,2% dos pacientes (n=5) enquanto recebiam terapia anticoagulante. Houve dois casos fatais de TEV (0,5%); 9% dos pacientes apresentaram TEV levando à interrupção de dose do amivantamabe intravenoso, 1% apresentou TEV levando à redução de dose, e 3,1% teve TEV levando à descontinuação permanente do amivantamabe intravenoso. O tempo mediano até o início dos TEVs foi de 84 dias (intervalo: 6 a 777 dias). . No caso de recorrência de TEV apesar da terapia de anticoagulação, descontinue permanentemente Rybrevant® SC.O tratamento pode continuar com lazertinibe, na mesma dose a critério do profissional de saúde. Consulte as informações de prescrição do lazertinibe para modificações de dosagem recomendadas (vide “6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO”). Reações Dermatológicas Adversas Rybrevant® SC pode causar erupção cutânea grave (incluindo necrólise epidérmica tóxica (NET), dermatite acneiforme), prurido e pele seca. Rybrevant® SC com lazertinibe No estudo clínico PALOMA-3 (vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”), nos 206 pacientes que receberam Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe, erupção cutânea ocorreu em 80% dos pacientes, incluindo Grau 3 em 17% e Grau 4 em 0,5%. Erupção cutânea que levou à redução de dose ocorreu em 11% dos pacientes, e Rybrevant® SC foi permanentemente descontinuado devido ao rash em 1,5% dos pacientes. Amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe No estudo clínico MARIPOSA (vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”), em 421 pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe, erupção cutânea ocorreu em 86%, incluindo 26% de Grau 3. O tempo mediano até o início do erupção cutânea foi de 14 dias (intervalo: 1 a 556 dias). Erupção cutânea levando à interrupção de dose do amivantamabe intravenoso ocorreu em 37% dos pacientes, erupção cutânea levando à redução de dose ocorreu em 23% dos pacientes, e erupção cutânea levando à descontinuação permanente do amivantamabe intravenoso ocorreu em 5% dos pacientes. Amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede Com base na população de segurança agrupada, em 281 pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede, erupção cutânea ocorreu em 82%, incluindo 15% de Grau 3. Erupção cutânea levando à redução de dose ocorreu em 14% dos pacientes, e 2,5% descontinuaram permanentemente o amivantamabe intravenoso e 3,1% descontinuaram o pemetrexede. Amivantamabe intravenoso em monoterapia No estudo clinico CHRYSALIS (vide “8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”), em 302 pacientes que receberam amivantamabe intravenoso como agente único, erupção cutânea ocorreu em 74%, incluindo 3,3% de Grau 3. O tempo mediano até o início do erupção cutânea foi de 14 dias (intervalo: 1 a 276 dias). Erupção cutânea levando à redução de dose ocorreu em 5% dos pacientes, e o amivantamabe intravenoso foi descontinuado permanentemente devido ao erupção cutânea em 0,7% dos pacientes. Necrólise epidérmica tóxica (NET) ocorreu em um paciente (0,3%) tratado com amivantamabe intravenoso como agente único. Instrua os pacientes a limitar a exposição ao sol durante e por 2 meses após o tratamento com Rybrevant® SC. Aconselhe os pacientes a usar roupas de proteção e protetor solar de amplo espectro UVA/UVB. Um creme emoliente livre de álcool (por exemplo, livre de isopropanol, livre de etanol) é recomendado para pele seca. Ao iniciar o tratamento com Rybrevant® SC, administre creme emoliente sem álcool (por exemplo, sem isopropanol, sem etanol) para reduzir o risco de reações adversas dermatológicas. Considere medidas profiláticas (por exemplo, uso de antibióticos orais) para reduzir o risco de reações adversas dermatológicas. Se as reações cutâneas se desenvolverem, inicie corticosteroides tópicos e antibióticos tópicos e/ou orais. Para reações de Grau 3, adicione esteroides orais e considere a consulta dermatológica. Encaminhe prontamente os pacientes que apresentarem erupção cutânea grave, aparência ou distribuição atípica, ou falta de melhora dentro de 2 semanas a um dermatologista. Suspenda, reduza a dose ou descontinue permanentemente Rybrevant® SC com base na gravidade (vide “6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO”). Toxicidade Ocular Rybrevant® SC pode causar toxicidade ocular, incluindo ceratite, sintomas de olho seco, vermelhidão conjuntival, visão embaçada, comprometimento visual, coceira ocular, prurido ocular e uveíte. Rybrevant® SC com lazertinibe Em PALOMA-3 (ver “8. QUAIS MALES ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”), nos 206 pacientes que receberam Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe, toxicidade ocular de todos os graus ocorreu em 13%, incluindo 0,5% de Grau 3. Amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe No estudo MARIPOSA (ver “8. QUAIS MALES ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”), em 421 pacientes tratados com amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe, toxicidade ocular ocorreu em 16%, incluindo 0,7% de toxicidade ocular de Grau 3 ou 4. Amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede Com base na população de segurança agrupada, em 281 pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede, toxicidade ocular ocorreu em 16%. Todos os eventos foram de Grau 1 ou 2. Amivantamabe intravenoso em monoterapia No estudo clínico CHRYSALIS (ver “8. QUAIS MALES ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?”), em 302 pacientes tratados com amivantamabe intravenoso, ceratite ocorreu em 0,7% e uveíte ocorreu em 0,3%. Todos os eventos foram de Grau 1–2. Toxicidade embriofetal Com base em seu mecanismo de ação e achados de modelos animais, Rybrevant® SC pode causar danos fetais quando administrado a mulheres grávidas. A administração de outras moléculas inibidoras de EGFR a animais grávidas resultou em um aumento da incidência de comprometimento do desenvolvimento embriofetal, embrioletalidade e aborto. Verifique a possibilidade de gravideze das mulheres com potencial reprodutivo do risco potencial para o feto. Aconselhe as pacientes do sexo feminino com potencial reprodutivo a usar método contraceptivo eficaz durante o tratamento e por 3 meses após a última dose de Rybrevant® SC (vide “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”). Crianças e adolescentes Rybrevant® SC não deve ser administrado em crianças ou jovens com menos de 18 anos de idade, pois não se sabe qual será o seu efeito nestas pessoas. Outros medicamentos e Rybrevant® SC Informe o seu médico ou enfermeiro se você estiver tomando, tiver tomado recentemente ou se vier a tomar outros medicamentos, incluindo medicamentos de venda sem prescrição e fitoterápicos. Capacidade de Dirigir e Usar Máquinas Nenhum estudo foi realizado sobre os efeitos na capacidade de dirigir e usar máquinas. Se pacientes apresentarem sintomas relacionados ao tratamento que afetam a sua capacidade de concentrar e reagir, recomenda-se que não dirijam ou usem máquinas até que o efeito cesse. Gravidez, Lactação e Fertilidade Gravidez Resumo de Risco Com base no mecanismo de ação e nos achados em modelos animais, Rybrevant ® SC pode causar danos ao eto quando administrado em mulheres grávidas. Não há dados disponíveis sobre o uso de Rybrevant® SC em mulheres grávidas ou dados animais para avaliar o risco de Rybrevant® SC na gravidez. O bloqueio ou degradação de EGFR em modelos animais resultou no comprometimento do desenvolvimento embriofetal, incluindo efeitos no desenvolvimento placentário, pulmonar, cardíaco, cutâneo e neural. A ausência de sinalização de EGFR ou MET resultou em embrioletalidade, malformações e morte pós-natal em animais (vide “Dados”). PInforme as mulheres grávidas e que tenham potencial para engravidar sobre o risco potencial para um feto. Na população geral dos EUA, o risco estimado de defeitos congênitos graves e aborto espontâneo em gestações clinicamente reconhecidas é de 2% a 4% e de 15% a 20%, respectivamente. Dados Dados em Animais Rybrevant® SC para administração subcutânea contém amivantamabe e hialuronidase. Não foram realizados estudos em animais para avaliar os efeitos do amivantamabe na reprodução e desenvolvimento fetal; no entanto, com base em seu mecanismo de ação, Rybrevant® SC pode causar danos fetais ou anomalias de desenvolvimento. Em camundongos, o EGFR é críticamente importante nos processos reprodutivos e de desenvolvimento, incluindo implantação de blastocisto, desenvolvimento placentário e sobrevivência e desenvolvimento embriofetal/pós-natal. A redução ou eliminação da sinalização de EGFR embriofetal ou materna pode prevenir a implantação, pode causar perda embriofetal em vários estágios da gestação (por meio de efeitos no desenvolvimento da placenta) e pode causar anomalias de desenvolvimento e morte precoce em fetos sobreviventes. Resultados de desenvolvimento adversos foram observados em vários órgãos em embriões/neonatos de camundongos com interrupção da sinalização de EGFR. Da mesma forma, a supressão de MET ou seu ligante HGF foi embrionariamente letal devido a graves defeitos no desenvolvimento da placenta e os fetos exibiram defeitos no desenvolvimento muscular em vários órgãos. Sabe-se que o IgG1 humana atravessa a placenta; portanto, o amivantamabe tem o potencial de ser transmitido da mãe para o feto em desenvolvimento. Hialuronidase: Não foi detectada exposição sistêmica à hialuronidase em macacos que receberam 222000 U/kg por via subcutânea (pelo menos 118 vezes mais alta que a dose humana) e não houve efeitos no desenvolvimento embriofetal em camundongos grávidas que receberam 330000 U/kg de hialuronidase por via subcutânea diariamente durante a organogênese, o que é pelo menos 45 vezes mais alto que a dose humana. Não houve efeitos no desenvolvimento pré e pós-natal até a maturidade sexual em filhotes de camundongos tratados diariamente desde a implantação até a lactação com 990000 U/kg de hialuronidase por via subcutânea, o que é pelo menos 134 vezes mais alto que a dose humana. Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. Lactação Resumo de Riscos Não existem dados sobre a presença de amivantamabe no leite humano, efeitos sobre a criança amamentada ou na produção de leite. Sabe-se que a IgG materna está presente no leite materno. Os efeitos da exposição gastrointestinal local e da exposição sistêmica ao Rybrevant® SC através da amamentação são desconhecidos. Devido ao potencial de reações adversas graves de Rybrevant® SC em crianças amamentadas, aconselhe as mulheres a não amamentarem durante o tratamento com Rybrevant® SC e por 3 meses após a última dose. Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano: O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu médico ou cirurgião-dentista. Pacientes do sexo feminino e masculino em Potencial Reprodutivo Rybrevant® SC pode causar danos fetais quando administrado a uma mulher grávida (vide “Gravidez, Lactação e Fertilidade”). Testes de Gravidez Verifique o status de gravidez de mulheres com potencial reprodutivo antes de iniciar o Rybrevant® SC. Contracepção Mulheres Aconselhe as pacientes do sexo feminino com potencial reprodutivo a usar contracepção eficaz durante o tratamento e por 3 meses após a última dose de Rybrevant® SC. Uso em Idosos Dos 206 pacientes com CPNPC localmente avançado ou metastático tratados com Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe (a cada duas semanas), 35% tinham ≥ 65 anos de idade e 9% tinham ≥ 75 anos de idade. Não foram observadas diferenças clinicamente importantes na segurança ou eficácia entre pacientes com ≥ 65 anos de idade e pacientes mais jovens. A segurança do Rybrevant® SC em combinação com outros fármacos antineoplásicos ou como monoterapia para suas indicações aprovadas (vide “1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?”) foi estabelecida em estudos adequados e bem controlados de amivantamabe intravenoso em combinação com outros fármacos antineoplásicos e como monoterapia. • Dos 421 pacientes com CPNPC localmente avançado ou metastático tratados com amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe no estudo MARIPOSA, 45% tinham ≥ 65 anos de idade e 12% tinham ≥ 75 anos de idade. • Dos 130 pacientes com CPNPC localmente avançado ou metastático tratados com amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexed no estudo MARIPOSA-2, 40% tinham ≥ 65 anos de idade e 10% tinham ≥ 75 anos de idade. • Dos 151 pacientes com CPNPC localmente avançado ou metastático tratados com amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexed no estudo PAPILLON, 37% tinham ≥ 65 anos de idade e 8% tinham ≥ 75 anos de idade. • Dos 302 pacientes com CPNPC localmente avançado ou metastático tratados com amivantamabe intravenoso como monoterapia no estudo CHRYSALIS, 39% tinham ≥ 65 anos de idade e 11% tinham ≥ 75 anos de idade. Nenhuma diferença clinicamente importante em segurança ou eficácia foi observada entre pacientes com ≥ 65 anos de idade e pacientes mais jovens. Contracepção Se você ou sua parceira puderem engravidar, você deve utilizar uma contracepção eficaz durante o tratamento e por 3 meses após a última dose de Rybrevant® SC. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Próximo: Conservação05ConservaçãoOnde, como e por quanto tempo posso guardar este medicamento?
Rybrevant® SC deve ser armazenado sob refrigeração a 2°C a 8°C. Não congele. Armazene na embalagem original para proteger da luz. A validade do Rybrevant® SC é de 24 meses. Frascos não abertos Consulte a data de validade na embalagem externa. Prazo de validade da seringa preparada As seringas preparadas devem ser administradas imediatamente. Se a administração imediata não for possível, armazene a solução de Rybrevant® SC refrigerada a 2°C a 8°C por até 24 horas, seguido por temperatura ambiente de 15°C a 30°C por até 24 horas. Descarte a seringa preparada se armazenada por mais de 24 horas refrigerada ou por mais de 24 horas em temperatura ambiente. Se armazenado na geladeira, permita que a solução atinja a temperatura ambiente antes da administração. Número do lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes do usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma alteração no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se você pode usá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance de crianças.
Próximo: Modo de uso06Modo de usoComo devo usar este medicamento?
Rybrevant® SC pode ser administrado a você: • como o primeiro medicamento que você recebe para o câncer em combinção com outro medicamento chamado de lazertinibe; • em combinação com quimioterapia depois de falha da terapia incluindo osimertinibe (um inibidor de tirosina quinase (EGFR TKI) de terceira geração); • como o primeiro medicamento que você recebe para o câncer em combinação com quimioterapia ou, • depois que a quimioterapia parar de fazer efeito contra o seu câncer. O seu médico irá determinar a sua dose de Rybrevant® SC. A dose de Rybrevant® SC dependerá do seu peso corporal no início da terapia. Você será tratado com Rybrevant® SC uma vez a cada 2 ou 3 semanas, de acordo com o tratamento que o seu médico decidir para você. A dose recomendada de Rybrevant® SC quando administrada sozinha ou em combinação com lazertinibe é: - 1600 mg ou 3520 mg se você pesar menos de 80 kg. - 2240 mg ou 4620 mg se você pesar mais ou igual a 80 kg. Rybrevant® SC é administrado a cada 2 ou a cada 4 semanas da seguinte forma: - uma vez por semana nas primeiras 4 semanas - depois uma vez a cada 2 semanas ou uma vez a cada 4 semanas, começando na Semana 5, enquanto você estiver se beneficiando do tratamento. A dose recomendada de Rybrevant® SC quando administrada com quimioterapia é: - 1600 mg para a primeira dose e 2400 mg para doses subsequentes se você pesar menos de 80 kg. - 2240 mg para a primeira dose e 3360 mg para doses subsequentes se você pesar mais ou igual a 80 kg. Rybrevant® SC é administrado a cada 3 semanas da seguinte forma: - uma vez por semana nas primeiras 4 semanas - depois uma vez a cada 3 semanas, começando na Semana 7, enquanto você estiver se beneficiando do tratamento. Como o medicamento é administrado Rybrevant® SC será administrado por um médico ou enfermeiro como uma injeção sob a pele (injeção subcutânea) em aproximadamente 5 minutos por injeção. É administrado na área do estômago (abdômen), não em outros locais do corpo, e não em áreas do abdômen onde a pele esteja vermelha, machucada, sensível, dura ou onde houver tatuagens ou cicatrizes. Se sentir dor durante a injeção, o médico ou enfermeiro pode interromper a injeção e administrar o restante da injeção em outra área do abdômen. Medicamentos administrados durante o tratamento com Rybrevant® SC Antes de cada injeção de Rybrevant® SC, serão administrados medicamentos que ajudarão a dimibuir a possibilidade de reações relacionadas à administração. Isso pode incluir: - medicamentos para reações alérgicas (anti-histamínicos); - medicamentos para inflamação (corticosteróides); - medicamentos para febre (como paracetamol). Você também pode receber medicamentos adicionais com base nos sintomas que possa sentir. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Próximo: Dose esquecida07Dose esquecidaO que devo fazer quando eu me esquecer de usar este medicamento?
É muito importante que você compareça a todas as consultas para receber a aplicação do medicamento. Caso você perca alguma, marque outra consulta o quanto antes. Se você tiver qualquer pergunta adicional sobre como este medicamento deve ser usado, fale com seu médico ou enfermeiro. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião dentista.
Próximo: Reações adversas08Reações adversasQuais os males que este medicamento pode me causar?
As seguintes reações adversas são discutidas nas outras seções desta bula: • Hipersensibilidade e Reações Relacionadas à Administração (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”) • Doença Pulmonar Intersticial/Pneumonite (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”) • Eventos Tromboembólicos Venosos com uso concomitante de lazertinibe (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”) • Reações Adversas Dermatológicas (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”) • Toxicidade Ocular (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”) Experiência dos Estudos Clínicos Como os estudos clínicos são conduzidos sob condições amplamente variáveis, as taxas de reações adversas observadas nos estudos clínicos de um medicamento não podem ser diretamente comparadas com as taxas dos estudos clínicos de outro medicamento e podem não refletir as taxas observadas na prática. Rybrevant® SC em Combinação com Lazertinibe A população de segurança descrita em “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?” reflete a exposição a Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe em 206 pacientes com CPNPC localmente avançado ou metastático previamente tratado, cujos tumores apresentam deleção do éxon 19 do EGFR ou mutação de substituição L858R no éxon 21 no estudo PALOMA-3. Os pacientes receberam Rybrevant® SC (N=206) ou amivantamabe intravenoso (N=210), ambos em combinação com lazertinibe, nas doses recomendadas até progressão da doença ou toxicidade inaceitável. Entre os 206 pacientes que receberam Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe, 47% foram expostos por 6 meses ou mais e 12% foram expostos por mais de um ano. As reações adversas mais comuns (≥ 20%) foram erupção cutânea, toxicidade ungueal, dor musculoesquelética, fadiga, estomatite, edema, náusea, diarreia, vômito, constipação, diminuição do apetite e cefaleia. As anormalidades laboratoriais de Grau 3 ou 4 mais comuns (≥ 2%) foram diminuição da contagem de linfócitos, diminuição de sódio, diminuição de potássio, diminuição de albumina, aumento de alanina aminotransferase, aumento de aspartato aminotransferase, diminuição da contagem de plaquetas, aumento de gama glutamil transferase e diminuição de hemoglobina. Amivantamabe Intravenoso em Combinação com Lazertinibe Os dados descritos em ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES também refletem a exposição ao amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe no estudo MARIPOSA em 421 pacientes com CPNPC localmente avançado ou metastático previamente não tratado, cujos tumores apresentam deleções do éxon 19 do EGFR ou mutações de substituição L858R no éxon 21. Os pacientes receberam amivantamabe intravenoso na dose de 1.050 mg (para pacientes < 80 kg) ou 1.400 mg (para pacientes ≥ 80 kg) uma vez por semana por 4 semanas, depois a cada 2 semanas a partir da semana 5, em combinação com lazertinibe, 240 mg por via oral uma vez ao dia, até progressão da doença ou toxicidade inaceitável. Entre os 421 pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe, 73% foram expostos por 6 meses ou mais e 59% foram expostos por mais de um ano. As reações adversas mais comuns (≥ 20%) foram erupção cutânea, toxicidade ungueal, reação relacionada à infusão, dor musculoesquelética, estomatite, edema, TEV, parestesia, fadiga, diarreia, constipação, COVID-19, hemorragia, pele seca, diminuição do apetite, prurido e náusea. As anormalidades laboratoriais de Grau 3 ou 4 mais comuns (≥ 2%) foram diminuição de albumina, diminuição de sódio, aumento de ALT, diminuição de potássio, diminuição de hemoglobina, aumento de AST, aumento de GGT e aumento de magnésio. Amivantamabe Intravenoso em Combinação com Carboplatina e Pemetrexede A população de segurança agrupada descrita em “4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?” também reflete a exposição ao amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede em 281 pacientes em dois estudos: MARIPOSA-2 em 130 pacientes com CPNPC localmente avançado ou metastático previamente tratado com deleções do éxon 19 do EGFR ou mutações de substituição L858R no éxon 21, cuja doença progrediu durante ou após tratamento com osimertinibe. PAPILLON em 151 pacientes com CPNPC localmente avançado ou metastático previamente não tratado com mutações de inserção no éxon 20 do EGFR. Os pacientes receberam amivantamabe intravenoso na dose de 1.400 mg (para pacientes < 80 kg) ou 1.750 mg (para pacientes ≥ 80 kg) uma vez por semana durante 4 semanas, depois a cada 3 semanas com uma dose de 1.750 mg (para pacientes < 80 kg) ou 2.100 mg (para pacientes ≥ 80 kg) a partir da Semana 7 até progressão da doença ou toxicidade inaceitável, em combinação com carboplatina na área sob a curva (AUC) 5 uma vez a cada 3 semanas, por até 12 semanas, e pemetrexede na dose de 500 mg/m² uma vez a cada 3 semanas até progressão da doença ou toxicidade inaceitável. Entre os 281 pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede, 65% foram expostos por 6 meses ou mais e 24% foram expostos por mais de um ano. Na população de segurança, as reações adversas mais comuns (≥ 20%) foram erupção cutânea, toxicidade ungueal, reação relacionada à infusão, fadiga, náusea, estomatite, constipação, edema, diminuição do apetite, dor musculoesquelética, vômito e COVID-19. As anormalidades laboratoriais de Grau 3 a 4 mais comuns (≥ 2%) foram diminuição de neutrófilos, diminuição de leucócitos, diminuição de plaquetas, diminuição de hemoglobina, diminuição de potássio, diminuição de sódio, aumento de alanina aminotransferase, aumento de gama-glutamil transferase e diminuição de albumina. Amivantamabe Intravenoso como Agente Único A população de segurança agrupada descrita em 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO também reflete a exposição ao amivantamabe intravenoso como agente único no estudo CHRYSALIS em 302 pacientes com CPNPC localmente avançado ou metastático. Os pacientes receberam amivantamabe intravenoso na dose de 1.050 mg (para pacientes com peso corporal basal < 80 kg) ou 1.400 mg (para pacientes com peso corporal basal ≥ 80 kg) uma vez por semana por 4 semanas, depois a cada 2 semanas até progressão da doença ou toxicidade inaceitável. Entre os 302 pacientes que receberam amivantamabe intravenoso como agente único, 36% foram expostos por 6 meses ou mais e 12% foram expostos por mais de um ano. Na população de segurança, as reações adversas mais comuns (≥ 20%) foram erupção cutânea, reação relacionada à infusão, paroníquia, dor musculoesquelética, dispneia, náusea, edema, tosse, fadiga, estomatite, constipação, vômito e prurido. As anormalidades laboratoriais de Grau 3 a 4 mais comuns (≥ 2%) foram aumento de gama glutamil transferase, diminuição de sódio, diminuição de potássio e aumento de fosfatase alcalina. Rybrevant® SC Subcutâneo CPNPC previamente tratado com deleções do éxon 19 do EGFR ou mutações de substituição L858R no éxon 21 – Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe PALOMA-3 (posologia a cada 2 semanas) A segurança de Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe foi avaliada no estudo PALOMA-3. Os pacientes elegíveis deveriam apresentar CPNPC localmente avançado ou metastático, cujos tumores apresentassem deleção do éxon 19 do EGFR ou mutação de substituição L858R no éxon 21, e cuja doença tivesse progredido após tratamento prévio com osimertinibe e quimioterapia baseada em platina. Os pacientes foram randomizados para receber lazertinibe 240 mg por via oral uma vez ao dia em combinação com Rybrevant® SC (N=206) ou amivantamabe intravenoso (N=210), nas doses recomendadas, até progressão da doença ou toxicidade inaceitável. No total, 164 pacientes (80%) que receberam Rybrevant ® SC e 171 pacientes (81%) que receberam amivantamabe intravenoso receberam anticoagulantes profiláticos com um anticoagulante oral direto ou heparina de baixo peso molecular durante os primeiros quatro meses de tratamento do estudo. Entre os pacientes que receberam Rybrevant ® SC, 47% foram expostos por ≥ 6 meses e 12% foram expostos por ≥ 1 ano. A mediana de idade dos pacientes que receberam Rybrevant® SC foi de 61 anos (intervalo: 35–82); 67% eram do sexo feminino; 61% asiáticos, 38% brancos, 0,5% negros e 0,5% não relataram raça; 6% eram hispânicos ou latinos. Reações adversas graves ocorreram em 33% dos pacientes que receberam Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe. As reações adversas graves em ≥ 2% dos pacientes incluíram DPI/pneumonite (6%); e pneumonia, TEV e fadiga (2,4% cada). Óbito devido a reações adversas ocorreu em 5% dos pacientes tratados com Rybrevant ® SC, incluindo DPI/pneumonite (1,9%), pneumonia (1,5%) e insuficiência respiratória e morte súbita (1% cada). Descontinuações permanentes de Rybrevant® SC devido a reação adversa ocorreram em 13% dos pacientes. As reações adversas que levaram à descontinuação em ≥ 1% dos pacientes foram DPI/pneumonite (5%), erupção cutânea (1,9%) e pneumonia (1%). Interrupções de dose de Rybrevant® SC devido a reação adversa ocorreram em 54% dos pacientes. As reações adversas que exigiram interrupção de dose em ≥ 5% dos pacientes foram erupção cutânea (21%) e toxicidade ungueal (13%). Reduções de dose de Rybrevant® SC devido a reação adversa ocorreram em 20% dos pacientes. As reações adversas que exigiram redução de dose em ≥ 5% dos pacientes foram erupção cutânea (11%) e toxicidade ungueal (8%). A tabela 1 resume as reações adversas ≥ 10% no estudo PALOMA-3. Tabela 1: Reações Adversas (≥ 10%) em Pacientes com CPNPC Previamente Tratado com Deleções do Éxon 19 do EGFR ou Mutações de Substituição L858R no Éxon 21 que Receberam Rybrevant ® SC em Combinação com Lazertinibe no estudo PALOMA-3 Rybrevant ® SC em Amivantamabe combinação com intravenoso em lazertinibe combinação com Reações Adversas Frequência (N=206) lazertinibe (N=210) Todos os Graus 3 ou Todos os Graus 3 ou Graus 4 Graus 4 (%) (%) (%) (%) Disturbios da pele e do tecido subcutâneo Erupção na pele* 80 17 78 13 Toxicidade nas unhas* 58 3,9 56 2,9 Muito comum Pele seca* 18 0 18 0 coceira 17 0 12 0 Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Dor nos músculos, nas articulações ou nos ossos Muito comum 50 2,4 35 3,8 * Distúrbios gerais e condições no local de administração Cansaço* 37 3,4 31 2,4 Inchaço* Muito comum 34 2,9 34 1 Febre 13 0 11 0 Reações no local da 11 0 0 0 injeção* Distúrbios Gastrointestinais Estomatite* 36 0,5 38 2,9 Náusea 30 0,5 25 1,4 Diarreia Muito comum 22 1,5 19 1 Vômito 22 1 20 0,5 Constipação 22 0 20 0,5 Distúrbios do metabolismo e da nutrição Diminuição do apetite Muito comum 22 0,5 25 1,4 Distúrbios do Sistema Nervoso Dor de cabeça* 21 0,5 19 0,5 Formigamento, dormência ou sensibilidade nas mãos e Muito comum 19 1,5 23 1,4 pés* Tontura 12 0 12 0 Lesões, intoxicações e complicações de procedimentos Reações relacionadas à Muito comum 13 0,5 66 3,8 administração Distúrbios oculares Toxicidade Ocular* Muito comum 13 0,5 11 0,5 Disturbios Vasculares Tromboembolismo venoso* Muito comum 11 1,5 18 5 * Termos agrupados Reações adversas clinicamente relevantes em < 10% dos pacientes que receberam Rybrevant® SC em combinação com lazertinibe não incluídas na tabela acima foram dor abdominal (comum), hemorroidas (comum), DPI/pneumonite (comum) e úlcera cutânea (incomum). Tabela 2 as anormalidades laboratoriais no estudo PALOMA-3. Tabela 2: Anormalidades Laboratoriais Selecionadas (≥ 20%) que Pioraram em Relação ao Basal em Pacientes com CPNPC com Deleções do Éxon 19 do EGFR ou Mutações de Substituição L858R no Éxon 21 no estudo PALOMA-3† Rybrevant ® SC em Amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe combinação com lazertinibe (N=206) (N=210) Anormalidades laboratoriais Todos os Todos os Graus 3 ou 4 Graus Graus 3 ou 4 Graus (%) (%) (%) (%) Química Diminuição de albumina 92 4,9 91 5 Aumento de fosfatase alcalina 47 1,5 37 0 Aumento de alanina aminotransferase 45 3,4 50 5 Diminuição de sódio 36 5 43 8 Aumento de aspartato aminotransferase 36 2 40 2,4 Diminuição de cálcio (corrigido) 33 0 36 0 Dininuição de magnésio 27 0 30 1,4 Aumento de gama glutamil transferase 26 2 27 1,9 Diminuição de potássio 22 5 25 4,3 Hematologia Diminuição da contagem de linfócitos 57 6 60 29 Diminuição da contagem de plaquetas 37 2,4 42 1,9 Diminuição de leucócitos 36 0,5 31 0,5 Diminuição de hemoglobina 34 2 36 2,4 † O denominador utilizado para calcular a taxa é o número de pacientes com um valor basal e pelo menos um valor pós-tratamento para o teste laboratorial específico. Experiência de Ensaios Clínicos da Formulação Intravenosa de Amivantamabe Abaixo está uma descrição das reações adversas do amivantamabe intravenoso nesses estudos adequados e bem controlados em CPNPC. Tratamento de Primeira Linha de CPNPC com Deleções do Éxon 19 ou Mutações de Substituição L858R no Éxon 21 – Amivantamabe Intravenoso em Combinação com Lazertinibe MARIPOSA Os dados de segurança descritos abaixo refletem a exposição ao amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe em 421 pacientes previamente não tratados com CPNPC localmente avançado ou metastático, cujos tumores apresentam deleções do éxon 19 do EGFR ou mutação de substituição L858R no éxon 21 no estudo MARIPOSA. Os pacientes receberam amivantamabe intravenoso na dose de 1.050 mg (para pacientes < 80 kg) ou 1.400 mg (para pacientes ≥ 80 kg) uma vez por semana por 4 semanas, depois a cada 2 semanas a partir da semana 5, em combinação com lazertinibe, 240 mg por via oral uma vez ao dia. Entre os 421 pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe, 73% foram expostos ao amivantamabe intravenoso por ≥ 6 meses e 59% foram expostos por > 1 ano. A mediana de idade dos pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe foi de 64 anos (intervalo: 25 a 88); 64% eram do sexo feminino; 59% eram asiáticos, 38% eram brancos, 1,7% eram indígenas americanos ou nativos do Alasca, 0,7% eram negros ou afro-americanos, 1% eram de raça desconhecida ou outras; e 13% eram hispânicos ou latinos; 67% apresentavam status de desempenho Eastern Cooperative Oncology Group (ECOG) (PS) de 1, 33% apresentavam ECOG PS de 0, 60% apresentavam deleções do éxon 19 do EGFR e 40% apresentavam mutações de substituição L858R no éxon 21. Reações adversas graves ocorreram em 49% dos pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe. As reações adversas graves ocorridas em ≥ 2% dos pacientes incluíram TEV (11%), pneumonia (4%), erupção cutânea e DPI/pneumonite (2,9% cada), COVID-19 (2,4%), derrame pleural e reação relacionada à infusão (2,1% cada). Reações adversas fatais ocorreram em 7% dos pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe devido a óbito não especificado de outra forma (1,2%); sepse e insuficiência respiratória (1% cada); pneumonia, infarto do miocárdio e morte súbita (0,7% cada); infarto cerebral, embolia pulmonar (EP) e infecção por COVID-19 (0,5% cada); e DPI/pneumonite, síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) e parada cardiorrespiratória (0,2% cada). A descontinuação permanente do amivantamabe intravenoso devido a reação adversa ocorreu em 34% dos pacientes. As reações adversas que resultaram em descontinuação permanente em ≥ 1% dos pacientes incluíram erupção cutânea, reações relacionadas à infusão, toxicidade ungueal, TEV, DPI/pneumonite, pneumonia, edema, hipoalbuminemia, fadiga, parestesia e dispneia. A interrupção de dose do amivantamabe intravenoso devido a reação adversa ocorreu em 88% dos pacientes. As reações adversas que exigiram interrupção de dose em ≥ 5% dos pacientes foram reações relacionadas à infusão, erupção cutânea, toxicidade ungueal, COVID-19, TEV, aumento de ALT, edema e hipoalbuminemia. Reduções de dose do amivantamabe intravenoso devido a reação adversa ocorreram em 46% dos pacientes. As reações adversas que exigiram redução de dose em ≥ 5% dos pacientes foram erupção cutânea e toxicidade ungueal. As reações adversas mais comuns (≥ 20%) foram erupção cutânea, toxicidade ungueal, reação relacionada à infusão, dor musculoesquelética, estomatite, edema, TEV, parestesia, fadiga, diarreia, constipação, COVID-19, hemorragia, pele seca, diminuição do apetite, prurido e náusea. As anormalidades laboratoriais de Grau 3 ou 4 mais comuns (≥ 2%) foram diminuição de albumina, diminuição de sódio, aumento de ALT, diminuição de potássio, diminuição de hemoglobina, aumento de AST, aumento de GGT e aumento de magnésio. A Tabela 3 resume as reações adversas (≥ 10%) no estudo MARIPOSA. Tabela 3: Reações Adversas (≥ 10%) em Pacientes com CPNPC com Deleção do Éxon 19 ou Mutações de Substituição L858R no Éxon 21 no estudo MARIPOSA Amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe Osimertinibe Reações Adversas Frequência (N=421) (N=428) Todos os Graus 3 ou 4 Todos os Graus 3 ou 4 Graus (%) Graus (%) (%) (%) Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo Erupção na pele* 86 26 48 1,2 Toxicidade nas unhas* 71 11 34 0,7 Muito comum Pele seca * 25 1 18 0,2 Coceira 24 0,5 17 0,2 Lesões, intoxicações e complicações de procedimentos Reação relacionada à infusão+ Muito comum 63 6 0 0 Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Dor nos músculos, nas Muito comum 47 2,1 39 1,9 articulações ou nos ossos* Distúrbios gastrointestinais Estomatite* 43 2,4 27 0,5 Diarreia* 31 2,6 45 0,9 Constipação 29 0 13 0 Náusea Muito comum 21 1,2 14 0,2 Vômito 12 0,5 5 0 Dor abdominal* 11 0 10 0 Hemorroidas 10 0,2 2,1 0,2 Distúrbios gerais e condições no local de administração Inchaço* 43 2,6 8 0 Cansaço* Muito comum 32 3,8 20 1,9 Febre 12 0 9 0 Distúrbios Vasculares Tromboembolismo venoso* Muito comum 36 11 8 2,8 Hemorragia* Muito comum 25 1 13 1,2 Distúrbios do sistema nervoso Formigamento, dormência, Muito comum 35 1,7 10 0,2 ardência* Tontura* Muito comum 14 0 10 0 Dor de cabeça* Muito comum 13 0,2 13 0 Infecções e infestações COVID-19 26 1,7 24 1,4 Muito comum Conjuntivite 11 0.2 1,6 0 Disturbios do metabolism Diminuição do apetite Muito comum 24 1 18 1,4 Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino Tosse* 19 0 23 0 Muito comum Falta de ar* 14 1,7 17 3,5 Distúrbios oculares Toxicidade Ocular* Muito comum 16 0,7 7 0 Distúrbios psiquiátricos Insônia Muito comum 10 0 11 0 * Termos agrupados + Aplicável apenas ao amivantamabe intravenoso Reações adversas clinicamente relevantes em < 10% dos pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe incluíram úlcera cutânea (comum) e DPI/pneumonite (comum). A Tabela 4 resume as anormalidades laboratoriais no estudo MARIPOSA. Tabela 4: Anormalidades Laboratoriais Selecionadas (≥ 20%) que Pioraram em Relação ao Basal em Pacientes com CPNPC com Deleção do Éxon 19 do EGFR ou Mutações de Substituição L858R no Éxon 21 no estudo MARIPOSA+ Amivantamabe intravenoso em combinação com lazertinibe Osimertinibe (N=421) (N=428) Todos os Todos os Anormalidades laboratoriais Graus Graus 3 ou 4 Graus Graus 3 ou 4 (%) (%) (%) (%) Química Diminuição de albumina 89 8 22 0,2 Aumento de ALT 65 7 29 2,6 Aumento de AST 52 3,8 36 1,9 Aumento de fosfatase alcalina 45 0,5 15 0,5 Diminuição de cálcio 41 1,4 27 0,7 (corrigido) Aumento de GGT 39 2,6 24 1,9 Diminuição de Sódio 38 7 35 5 Diminuição de Potássio 30 5 15 1,2 Aumento de creatinine 26 0,7 35 0,7 Diminuição de magnésio 25 0,7 10 0,2 Aumento de magnésio 12 2,6 20 4,8 Hematologia Diminuição da contagem de 52 0,7 57 1,4 plaquetas Diminuição de hemoglobina 47 3,8 56 1,9 Diminuição de leucócitos 38 1 66 0,7 Diminuição de neutrófilos 15 1,4 33 1,4 + O denominador utilizado para calcular a taxa é o número de pacientes com um valor basal e pelo menos um valor pós-tratamento para o teste laboratorial específico. CPNPC previamente tratado com deleções do éxon 19 do EGFR ou mutações de substituição L858R no éxon 21 – Amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede MARIPOSA-2 Os dados de segurança descritos abaixo refletem a exposição ao amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede, avaliada no estudo MARIPOSA-2. Os pacientes elegíveis apresentavam CPNPC localmente avançado ou metastático com deleções do éxon 19 do EGFR ou mutações de substituição L858R no éxon 21, com doença progressiva durante ou após tratamento com osimertinibe. Pacientes com metástases intracranianas assintomáticas ou previamente tratadas e estáveis eram elegíveis. Os pacientes receberam amivantamabe intravenoso na dose de 1.400 mg (para pacientes < 80 kg) ou 1.750 mg (para pacientes ≥ 80 kg) uma vez por semana durante 4 semanas, depois a cada 3 semanas com dose de 1.750 mg (para pacientes < 80 kg) ou 2.100 mg (para pacientes ≥ 80 kg) a partir da Semana 7 até progressão da doença ou toxicidade inaceitável, em combinação com carboplatina na área sob a curva (AUC) 5 uma vez a cada 3 semanas, por até 12 semanas, e pemetrexede na dose de 500 mg/m² uma vez a cada 3 semanas até progressão da doença ou toxicidade inaceitável. Entre os pacientes que receberam amivantamabe intravenoso (n=130), 52% foram expostos por 6 meses ou mais e 7% foram expostos por mais de um ano. A duração mediana do tratamento foi de 6,3 meses (intervalo: 0 a 14,7 meses). A mediana de idade foi de 62 anos (intervalo: 36 a 84 anos); 62% eram do sexo feminino; 48% eram asiáticos, 46% eram brancos, 2,3% negros ou afro-americanos, 1,5% não relataram raça, 1,5% raça desconhecida, 0,8% nativos do Alasca; 7% eram hispânicos ou latinos; e 87% tinham peso corporal basal < 80 kg. Reações adversas graves ocorreram em 32% dos pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede. As reações adversas graves em > 2% dos pacientes incluíram dispneia (3,1%), trombocitopenia (3,1%), sepse (2,3%) e embolia pulmonar (2,3%). Reações adversas fatais ocorreram em 2,3% dos pacientes, incluindo insuficiência respiratória, sepse e fibrilação ventricular (0,8% cada). A descontinuação permanente do amivantamabe intravenoso devido a reações adversas ocorreu em 11% dos pacientes. As reações adversas mais frequentes que levaram à descontinuação em ≥ 5% dos pacientes foram reações relacionadas à infusão. Interrupções de dose de amivantamabe intravenoso devido a reação adversa ocorreram em 60% dos pacientes. Reações relacionadas à infusão (RRI) que exigiram interrupção da infusão ocorreram em 52% dos pacientes. As reações adversas que exigiram interrupção de dose em ≥ 5% dos pacientes incluíram reações relacionadas à infusão, erupção cutânea e fadiga. Reduções de dose de amivantamabe intravenoso devido a reação adversa ocorreram em 17% dos pacientes. As reações adversas que exigiram redução de dose em ≥ 2% dos pacientes incluíram erupção cutânea. As reações adversas mais comuns (≥ 20%) foram erupção cutânea, reações relacionadas à infusão, fadiga, toxicidade ungueal, náusea, constipação, edema, estomatite, diminuição do apetite, dor musculoesquelética, vômito e COVID- 19. A Tabela 5 resume as reações adversas no estudo MARIPOSA-2. Tabela 5: Reações Adversas (≥ 10%) em Pacientes Previamente Tratados com CPNPC com Deleções do Éxon 19 do EGFR ou Mutações de Substituição L858R no Éxon 21 Tratados com Amivantamabe Intravenoso em Combinação com Carboplatina e Pemetrexede no estudo MARIPOSA-2 Amivantamabe intravenoso com carboplatina e Carboplatina e pemetrexede Pemetrexede Frequência (N=130) (N=243) Todos os Graus 3 ou Todos os Graus 3 ou 4 Reações Adversas Graus 4 Graus (%) (%) (%) (%) Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo Erupção na pele* 72 11 12 0 Toxicidade nas unhas* 45 2,3 0,4 0 Muito comum Coceira 15 0 7 0 Pele seca* 15 0 2,5 0 Distúrbios gerais e condições no local de administração Reação relacionada à infusão 59 5,4 0,4 0 Cansaço* 51 3,8 35 3,7 Muito comum Inchaço* 36 1,5 11 0,4 Febre 12 0 10 0 Distúrbios gastrointestinais Náusea 45 0,8 37 0,8 Constipação 39 0,8 30 0 Muito comum Estomatite* 35 2,3 11 0 Vômito 25 0,8 17 0,4 Diarreia* 15 1,5 7 0,8 Distúrbios do metabolismo e da nutrição Diminuição do apetite Muito comum 31 0 21 1,2 Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Dor nos músculos, nas 30 3,1 19 0,8 Muito comum articulações ou nos ossos* Infecções e infestações COVID-19 Muito comum 21 1.5 10 0 Distúrbios oculares Toxicidade ocular* Muito comum 17 0 3,7 0 Distúrbios vasculares Hemorragia* Muito comum 14 0.8 4,9 0 Tromboembolismo venoso* 10 2.3 4,5 2,9 (TEV) Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino Tosse * Muito comum 14 0 16 0,4 Falta de ar* 13 1.5 8 1,2 * Termo agrupado Reações adversas clinicamente relevantes em < 10% dos pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede incluem: dor abdominal (comum), hemorroidas (comum), tontura (comum), comprometimento visual (comum), crescimento dos cílios (comum), inflamação da córnea (comum), doença pulmonar intersticial (comum) e úlcera na pele (incomum). A Tabela 6 resume as anormalidades laboratoriais no estudo MARIPOSA-2. Tabela 6: Anormalidades Laboratoriais Selecionadas (≥ 20%) que Pioraram em Relação ao Basal em Pacientes com CPNPC com Deleções do Éxon 19 do EGFR ou Mutações de Substituição L858R no Éxon 21 Tratados com Amivantamabe Intravenoso em Combinação com Carboplatina e Pemetrexede no estudo MARIPOSA-2 Amivantamabe intravenoso com carboplatina e pemetrexede Carboplatina e Pemetrexede (N=130) (N=243) Todos os Graus Todos os Graus 3 ou 4 Anormalidade Laboratorial Graus 3 ou 4 Graus (%) (%) (%) (%) Hematologia Diminuição de leucócitos 91 42 85 19 Diminuição de neutrófilos 74 49 64 25 Diminuição de plaquetas 74 17 58 9 Diminuição de hemoglobina 71 12 77 9 Diminuição de linfócitos 69 28 58 18 Química Diminuição de albumina 73 3,8 26 0,4 Diminuição de sódio 49 11 30 6 Aumento de aspartato aminotransferase 47 0,8 52 0,9 Aumento de fosfatase alcalina 42 0 29 0,4 Aumento de alanina aminotransferase 39 3,9 56 6 Diminuição de magnésio 38 0,8 17 0,4 Diminuição de potássio 37 11 12 3,4 Aumento de gama-glutamil transferase 30 3,1 41 1,3 Diminuição de cálcio (corrigido) 25 0 11 0,9 Tratamento de Primeira Linha de CPNPC com Mutações de Inserção no Éxon 20 do EGFR – Amivantamabe Intravenoso em Combinação com Carboplatina e Pemetrexede PAPILLON Os dados de segurança descritos abaixo refletem a exposição ao amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede na dose recomendada no estudo PAPILLON em 151 pacientes com CPNPC localmente avançado ou metastático com mutações de inserção no éxon 20 do EGFR. Entre os pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede, a exposição mediana foi de 9,7 meses (intervalo: 0,0 a 26,9 meses). Nos pacientes que receberam apenas carboplatina e pemetrexede, a exposição mediana foi de 6,7 meses (intervalo: 0,0 a 25,3). A mediana de idade foi de 61 anos (intervalo: 27 a 86 anos); 56% eram do sexo feminino; 64% eram asiáticos, 32% eram brancos, 1,3% eram negros ou afro-americanos, e a raça não foi relatada em 1,3% dos pacientes; 89% não eram hispânicos ou latinos; 86% tinham peso corporal basal < 80 kg. Reações adversas graves ocorreram em 37% dos pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede. As reações adversas graves em ≥ 2% dos pacientes incluíram erupção cutânea, pneumonia, doença pulmonar intersticial (DPI), embolia pulmonar, vômito e COVID-19. Reações adversas fatais ocorreram em 7 pacientes (4,6%) devido a pneumonia, acidente vascular cerebral, parada cardiorrespiratória, COVID- 19, sepse e óbito não especificados de outra forma. A descontinuação permanente do amivantamabe intravenoso devido a reação adversa ocorreu em 11% dos pacientes. As reações adversas que resultaram em descontinuação permanente em ≥ 1% dos pacientes foram erupção cutânea e DPI. Interrupções de dose do amivantamabe intravenoso devido a reação adversa ocorreram em 64% dos pacientes. Reações relacionadas à infusão (IRR) que exigiram interrupção da infusão ocorreram em 38% dos pacientes. As reações adversas que exigiram interrupção de dose em ≥ 5% dos pacientes incluíram erupção cutânea e toxicidade ungueal. Reduções de dose do amivantamabe intravenoso devido a reação adversa ocorreram em 36% dos pacientes. As reações adversas que exigiram redução de dose em ≥ 5% dos pacientes incluíram erupção cutânea e toxicidade ungueal. As reações adversas mais comuns (≥ 20%) foram erupção cutânea, toxicidade ungueal, estomatite, reação relacionada à infusão, fadiga, edema, constipação, diminuição do apetite, náusea, COVID-19, diarreia e vômito. As anormalidades laboratoriais de Grau 3 a 4 mais comuns (≥ 2%) foram diminuição de albumina, aumento de alanina aminotransferase, aumento de gama glutamil transferase, diminuição de sódio, diminuição de potássio, diminuição de magnésio e diminuições de leucócitos, hemoglobina, neutrófilos, plaquetas e linfócitos. A Tabela 7 resume as reações adversas no estudo PAPILLON. Tabela 7: Reações Adversas (≥ 10%) em Pacientes com CPNPC Metastático com Mutações de Inserção no Éxon 20 que Receberam Amivantamabe Intravenoso em Combinação com Carboplatina e Pemetrexede no estudo PAPILLON Amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e Frequência pemetrexede Carboplatina e Pemetrexede (N=151) (N=155) Todos os Graus 3 ou 4 Todos os Graus 3 ou 4 Reações adversas1 graus (%) graus (%) (%) (%) Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo Erupção na pele2 90 19 19 0 Toxicidade nas 62 7 3 0 Muito comum unhas2 Pele seca 2 17 0 6 0 Distúrbios gastrointestinais Estomatite2 43 4 11 0 Constipação 40 0 30 0,7 Náusea 36 0,7 42 0 Vômito Muito comum 21 3,3 19 0,7 Diarreia 21 3 13 1,3 Hemorroidas 12 1 1,3 0 Dor abdominal2 11 0,7 8 0 Distúrbios gerais e condições no local de administração Reação relacionada à 42 1,3 1,3 0 infusão Cansaço2 Muito comum 42 6 45 3,9 Inchaço2 40 1,3 19 0 Febre2 17 0 6 0 Distúrbios do metabolismo e da nutrição Diminuição do Muito comum 36 2,6 28 1,3 apetite Infecções e infestações COVID-19 Muito comum 24 2 14 0,6 Pneumonia2 13 5 6 1,9 Distúrbios vasculares Hemorragia2 Muito comum 18 0,7 11 1,9 Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino Tosse2 Muito comum 17 0 16 0 Falta de ar2 11 1,3 16 3,2 Investigações Peso diminuído Muito comum 14 0,7 8 0 Distúrbios do sistema nervoso Tontura2 Muito comum 11 0 12 0 Distúrbios psiquiátricos Insônia Muito comum 11 0 13 0 As reações adversas foram classificadas utilizando o CTCAE versão 5.0 Termo agrupado Reações adversas clinicamente relevantes em < 10% dos pacientes que receberam amivantamabe intravenoso em combinação com carboplatina e pemetrexede incluíram embolia pulmonar (comum), trombose venosa profunda (comum), úlcera na pele (comum), conjuntivite (comum) e doença pulmonar intersticial (DPI)/pneumonite (comum). A Tabela 8 resume as anormalidades laboratoriais no estudo PAPILLON. Tabela 8: Anormalidades Laboratoriais Selecionadas (≥ 20%) que Pioraram em Relação ao Basal em Pacientes com CPNPC Metastático com Mutações de Inserção no Éxon 20 do EGFR que Receberam Amivantamabe Intravenoso em Combinação com Carboplatina e Pemetrexede no estudo PAPILLON Amivantamabe intravenoso Carboplatina em em combinação com combinação com carboplatina e pemetrexede2 pemetrexede3 Todos os Todos os Graus 3 ou 4 Anormalidades laboratoriais1 graus Graus 3 ou 4 graus (%) (%) (%) (%) Hematologia Diminuição de leucócitos 89 17 76 10 Diminuição de hemoglobina 79 11 85 13 Diminuição de neutrófilos 76 36 61 23 Diminuição de plaquetas 70 10 54 12 Diminuição de linfócitos 61 11 49 13 Química Diminuição de albumina 87 7 34 1 Aumento de aspartato aminotransferase 60 1 61 1 Aumento de alanina aminotransferase 57 4 54 1 Diminuição de sódio 55 7 39 4 Aumento de fosfatase alcalina 51 1 28 0 Diminuição de potássio 44 11 17 1 Diminuição de magnésio 39 2 30 1 Aumento de gama glutamil transferase 38 4 43 4 Diminuição de cálcio (corrigido) 27 1 18 1 ¹ As reações adversas foram classificadas utilizando o CTCAE versão 5.0 ² O denominador variou de 113 a 150 com base no número de pacientes com valor basal e pelo menos um valor pós-tratamento ³ O denominador variou de 119 a 154 com base no número de pacientes com valor basal e pelo menos um valor pós-tratamento CPNPC previamente tratado com mutações de inserção no éxon 20 do EGFR – Amivantamabe intravenoso como agente único CHRYSALIS Os dados de segurança descritos abaixo refletem a exposição ao amivantamabe intravenoso na dose recomendada em 129 pacientes com CPNPC localmente avançado ou metastático com mutações de inserção no éxon 20 do EGFR no estudo CHRYSALIS, cuja doença progrediu durante ou após quimioterapia baseada em platina. Os pacientes receberam amivantamabe intravenoso na dose de 1.050 mg (para pacientes com peso corporal basal < 80 kg) ou 1.400 mg (para pacientes com peso corporal basal ≥ 80 kg) uma vez por semana por 4 semanas, depois a cada 2 semanas até progressão da doença ou toxicidade inaceitável. Entre os pacientes que receberam amivantamabe intravenoso, 44% foram expostos por 6 meses ou mais e 12% foram expostos por mais de 1 ano. A mediana de idade foi de 62 anos (faixa de 36 a 84 anos); 61% eram mulheres; 55% asiáticos, 35% brancos, 2,3% negros; 82% com peso basal < 80 kg. Reações adversas graves ocorreram em 30% dos pacientes. As mais frequentes (≥ 2%) incluíram embolia pulmonar, pneumonite/DPI, dispneia, dor musculoesquelética, pneumonia e fraqueza muscular. Óbitos ocorreram em 2 pacientes (1,5%) por pneumonia e 1 paciente (0,8%) por morte súbita. Descontinuação permanente de amivantamab intravenoso devido a eventos adversos ocorreu em 11% dos pacientes. Reações adversas resultando em descontinuação permanente de amivantamabe intravenoso em ≥ 1% dos pacientes foram: pneumonia, IRR, pneumonite/DPI, dispneia, derrame pleural e erupção cutânea. Interrupções de dose de amivantamabe intravenoso decorrentes de reações adversas ocorreram em 78% dos pacientes.. Reações adversas relacionadas a administração (ARR) que exigiram interrupção ocorreram em 59% dos pacientes. ≥ 5% Reações Adversas que exigiram interrupção da infusão em ≥ 5% dos pacientes: dispneia, náusea, erupção cutânea, vômito, fadiga e diarreia. Reduções na dose de amivantamabe intravenoso devido a reações adversas ocorreram em 15% dos pacientes. As reações adversas que exigiram redução da dose em ≥ 2% dos pacientes incluíram erupção cutânea e paroníquia. As reações adversas mais comuns (≥ 20%) foram erupção cutânea, ARR, paroníquia, dor musculoesquelética, dispneia, náusea, fadiga, edema, estomatite, tosse, constipação e vômito. As anormalidades laboratoriais mais comuns (Grau 3–4 ≥ 2%) foram diminuição de linfócitos, diminuição de albumina, diminuição de fosfato e potássio, aumento de glicose, aumento de fosfatase alcalina e gama glutil transferase, e diminuição de sódio. Tabela 9: Reações Adversas (≥ 10%) em Pacientes com CPNPC com Mutações de Inserção no Éxon 20 Tratados com Amivantamabe Intravenoso no estudo CHRYSALIS Tabela 9: Reações Adversas (≥ 10%) em Pacientes com CPNPC com Mutações de Inserção no Éxon 20 cuja Doença Progrediu Durante ou Após Quimioterapia Baseada em Platina e que Receberam Amivantamabe Intravenoso no estudo CHRYSALIS Frequência Amivantamabe Intravenoso1 (N=129) Reações Adversas Todos os graus Graus 3 ou 4 (%) (%) Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo Erupção na pele* 84 3,9 Coceira Muito comum 18 0 Pele seca 14 0 Distúrbios gerais e condições no local de administração Reação relacionada à infusão 64 3,1 Cansaço* 33 2,3 Muito comum Inchaço* 27 0,8 Febre 13 0 Infecções e infestações Inflamação na cutícula 50 3,1 Muito comum Pneumonia* 10 0,8 Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo Dor nos músculos, nas articulações ou Muito comum nos ossos* 47 0 Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino Falta de ar* 37 2,3 Muito comum Tosse* 25 0 Distúrbios gastrointestinais Náusea 36 0 Estomatite* 26 0,8 Constipação 23 0 Muito comum Vômito 22 0 Diarreia 16 3,1 Dor abdominal* 11 0,8 Distúrbios vasculares Hemorragia* Muito comum 19 0 Distúrbios do metabolismo e da nutrição Diminuição do apetite Muito comum 15 0 Distúrbios do sistema nervosa Formigamento, dormência ou sensibilidade nas mãos e pés* 13 0 Muito comum Tontura 12 0,8 Dor de cabeça* 10 0,8 * Termo agrupado ¹ As reações adversas foram classificadas utilizando o CTCAE versão 4.03 Reações adversas clinicamente relevantes em < 10% dos pacientes que receberam amivantamabe intravenoso incluíram toxicidade ocular (comum), DPI/pneumonite (comum) e necrólise epidérmica tóxica (NET) (incomum). A Tabela 11 resume as anormalidades laboratoriais no estudo CHRYSALIS. Tabela 11: Anormalidades Laboratoriais Selecionadas (≥ 20%) que Pioraram em Relação ao Basal em Pacientes com CPNPC Metastático com Mutações de Inserção no Éxon 20 do EGFR cuja Doença Progrediu Durante ou Após Quimioterapia Baseada em Platina e que Receberam Amivantamabe Intravenoso no estudo CHRYSALIS Amivantamabe intravenoso+ Anormalidades laboratoriais (N=129) Todos os graus Graus 3 ou 4 (%) (%) Química Diminuição de albumina 79 8 Aumento de glicose 56 4 Aumento de fosfatase alcalina 53 4,8 Aumento de creatinina 46 0 Aumento de alanina aminotransferase 38 1,6 Diminuição de fosfato 33 8 Aumento de aspartato aminotransferase 33 0 Diminuição de magnésio 27 0 Aumento de gama glutamil transferase 27 4 Diminuição de sódio 27 4 Diminuição de potássio 26 6 Hematologia Diminuição de linfócitos 36 8 + O denominador utilizado para calcular a taxa foi 126, com base no número de pacientes com valor basal e pelo menos um valor pós- tratamento. Atenção: este produto é um medicamento que possui uma nova indicação, nova via de administração e nova formulação no país, e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.
Próximo: Superdose09SuperdoseO que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
Este medicamento será administrado pelo seu médico ou enfermeiro. No caso improvável de receber uma dose maior do que a indicada (sobredosagem), o seu médico irá examiná-lo quanto à presença de efeitos colaterais. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Ir para perguntas frequentesRespostas diretas
Perguntas frequentes sobre RYBREVANT
Para que serve RYBREVANT?
Rybrevant® SC é indicado : • em combinação com lazertinibe para o tratamento de primeira linha de pacientes adultos com um tipo de câncer denominado câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC). É usado quando o câncer está avançado (já se espalhou pelo corpo) e possui certas alterações (mutações de deleção no éxon 19 ou de substituição L858R no éxon 21) em um gene chamado EGFR (receptor do fator de crescimento epidérmico).
Trecho extraído da bula oficial do paciente.Quando RYBREVANT não deve ser usado?
Rybrevant® SC é contraindicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida a amivantamabe ou a qualquer um dos componentes da formulação.
Trecho extraído da bula oficial do paciente.Como devo usar RYBREVANT?
Rybrevant® SC pode ser administrado a você: • como o primeiro medicamento que você recebe para o câncer em combinção com outro medicamento chamado de lazertinibe; • em combinação com quimioterapia depois de falha da terapia incluindo osimertinibe (um inibidor de tirosina quinase (EGFR TKI) de terceira geração); • como o primeiro medicamento que você recebe para o câncer em combinação com quimioterapia ou, • depois que a quimioterapia parar de fazer efeito contra o seu câncer.
Trecho extraído da bula oficial do paciente.Quais males RYBREVANT pode causar?
As seguintes reações adversas são discutidas nas outras seções desta bula: • Hipersensibilidade e Reações Relacionadas à Administração (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”) • Doença Pulmonar Intersticial/Pneumonite (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”) • Eventos Tromboembólicos Venosos com uso concomitante de lazertinibe (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”) • Reações Adversas Dermatológicas (vide “O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO”) •…
Trecho extraído da bula oficial do paciente.O que fazer em caso de superdose de RYBREVANT?
Este medicamento será administrado pelo seu médico ou enfermeiro. No caso improvável de receber uma dose maior do que a indicada (sobredosagem), o seu médico irá examiná-lo quanto à presença de efeitos colaterais. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
Trecho extraído da bula oficial do paciente.Fonte e rastreabilidade
Conteúdo extraído de forma determinística da bula oficial do paciente obtida no Bulário Eletrônico da Anvisa. Snapshot da publicação: 2026-09-18T18:07:07Z. Registro 112363436; identificador de origem 2034397; SHA-256 f162389f32924b992146179cdcbf179ed1e791d1d509fd3ef8015ce98c004d17.