Como reconhecer o melasma?
Melasma é uma hiperpigmentação crônica e recorrente que forma áreas castanhas, em geral simétricas, na testa, bochechas, nariz e região acima do lábio. É mais comum em mulheres e em peles com maior tendência à pigmentação.
Exposição solar, luz visível, gestação, hormônios e predisposição genética podem influenciar. Nem toda mancha facial é melasma; dermatite, pigmentação pós-inflamatória, medicamentos e lesões de pele entram no diagnóstico diferencial.
Qual cuidado diário tem melhor evidência?
Fotoproteção é a base do controle: protetor de amplo espectro, reaplicação, chapéu, sombra e redução da exposição direta. Protetores com cor e óxidos de ferro podem ampliar proteção contra luz visível, relevante para o melasma.
Use limpeza e hidratação que não irritem. Inflamação provocada por ácidos, receitas caseiras ou procedimentos agressivos pode escurecer ainda mais a pele.
Como o melasma é tratado?
O tratamento costuma combinar fotoproteção e medicamentos tópicos escolhidos conforme pele, gravidade e gestação. Hidroquinona, retinoides, ácido azelaico e outros agentes têm indicações e riscos diferentes; procedimentos precisam de seleção cuidadosa.
Mancha única que cresce, muda de cor ou borda, sangra, cria ferida ou coça persistentemente deve ser examinada. Não use clareadores potentes, retinoides ou combinações durante a gestação sem orientação.
Perguntas frequentes
Melasma tem cura definitiva?
É recorrente e pode persistir por anos. Controle e manutenção costumam ser objetivos mais realistas que cura definitiva.
Protetor sem cor funciona?
Protege contra ultravioleta, mas versões com pigmentos como óxido de ferro podem oferecer proteção adicional contra luz visível.
Limão clareia melasma?
Não é seguro. Pode irritar, queimar com o sol e piorar manchas.
Laser resolve melasma?
Pode ser opção em casos selecionados, geralmente como parte de um plano; também pode piorar pigmentação e exige dermatologista.