Qual é a diferença entre osteopenia e osteoporose?
Em mulheres após a menopausa e homens a partir de 50 anos, o T-score da densitometria entre -1 e -2,5 é classificado como osteopenia; valor igual ou inferior a -2,5 sugere osteoporose. Em pessoas mais jovens, a interpretação usa principalmente Z-score e contexto clínico.
O número não é a única informação. Fratura por baixo impacto, idade, quedas, uso de corticoide e outras doenças podem indicar alto risco mesmo sem T-score de osteoporose.
Quais exames avaliam a saúde dos ossos?
A densitometria por DXA de coluna e quadril é o principal exame para medir densidade mineral óssea. Ferramentas como FRAX estimam risco de fratura a partir de fatores clínicos, com ou sem densitometria.
Exames de sangue podem investigar cálcio, vitamina D, função renal, tireoide e causas secundárias, conforme o caso. Radiografia comum não é exame de rastreamento de densidade, mas pode identificar fraturas.
Como prevenir perda óssea e fraturas?
- atividade com sustentação de peso, fortalecimento e treino de equilíbrio adaptados;
- alimentação com proteína e cálcio suficientes, priorizando fontes alimentares;
- corrigir deficiência de vitamina D quando identificada;
- não fumar e evitar excesso de álcool;
- revisar risco de quedas, visão, calçados e medicamentos;
- usar tratamento específico quando o risco justificar, com acompanhamento.
Perguntas frequentes
Osteopenia sempre vira osteoporose?
Não. A evolução depende de idade, causas, hábitos, doenças, medicamentos e risco de fratura.
Osteoporose dói?
Geralmente é silenciosa até ocorrer fratura. Dor pode indicar fratura ou outra condição, não a densidade baixa isoladamente.
Cálcio sozinho previne fratura?
Não é solução isolada. Ingestão, vitamina D, exercício, quedas e tratamento precisam ser individualizados.
Quem precisa fazer densitometria?
Idade, menopausa, fratura prévia e fatores de risco orientam a indicação; converse com profissional de saúde.